Traumas Emocionais

Alguma coisa do passado ainda dita como você reage no presente?

Uma reação forte demais para a situação, um gatilho que você nem sabe nomear, uma sensação de perigo mesmo quando está tudo bem. O corpo lembra, mesmo quando a mente tenta esquecer.

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“Você já reagiu de um jeito desproporcional a uma situação simples e, depois, ficou se perguntando "por que reagi assim"?”

Traumas emocionais nem sempre vêm de eventos que parecem "grandes" o suficiente para justificar o quanto ainda doem. Podem vir de uma perda, de uma relação, de uma infância, de um momento específico — ou de uma sequência de pequenas coisas que se acumularam.

O que essas experiências têm em comum é que ficam registradas não só na memória, mas no corpo: no jeito como você reage a determinadas situações, nas pessoas que você evita, nos padrões que se repetem sem que você entenda muito bem o porquê.

Quando essas marcas continuam influenciando suas escolhas, seus relacionamentos ou sua paz no presente, buscar ajuda pode ajudar a compreender e transformar essa relação com o passado.

Você pode estar se sentindo assim

Esses sinais fazem sentido para você?

Reações emocionais intensas diante de situações aparentemente simples
Evitar lugares, pessoas ou assuntos ligados a uma experiência específica
Sensação de alerta ou desconfiança que parece desproporcional
Dificuldade de confiar ou se sentir seguro(a) em relacionamentos
Memórias ou sensações que voltam de forma repentina
Sentimento de que "algo está errado comigo", sem saber explicar por quê
Dificuldade de falar sobre determinadas fases da vida
Padrões que se repetem, mesmo tentando evitá-los conscientemente
Quando é hora de buscar ajuda?

Carregar um trauma sozinho(a) por muito tempo é exaustivo. Buscar ajuda não significa reviver a dor sem propósito — significa ter um espaço seguro para processá-la, no seu tempo.

A Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG), especialidade da Adriana, trabalha justamente com a forma como essas experiências ficaram registradas no sistema nervoso, buscando uma ressignificação que vai além de apenas "falar sobre o que aconteceu".

Não há promessa de apagar o passado — isso não é possível, nem esse é o objetivo. O que se busca é transformar a forma como essa memória afeta o presente.

Como a terapia pode ajudar

Caminhos possíveis a partir daqui

Criar um ambiente seguro para acessar e processar experiências difíceis, no seu ritmo
Trabalhar a ressignificação de memórias através da Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG)
Reduzir a intensidade de reações automáticas ligadas ao trauma
Reconstruir a sensação de segurança em si mesmo(a) e nos relacionamentos
Adriana Rocha Gomes, terapeuta
Quem vai te acompanhar

Adriana Rocha Gomes

Terapeuta há 8 anos, especializada em saúde emocional e relacionamentos, com formação em Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG), pós-graduação em Neurociências e em Análise Comportamental. Atendimento online para todo o Brasil e presencial mediante agendamento.

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Dúvidas

Perguntas frequentes

Não necessariamente. O trabalho terapêutico é conduzido com cuidado, respeitando seu tempo e sua capacidade de tolerar cada etapa do processo.
É uma abordagem que auxilia na identificação e transformação de experiências emocionais registradas no sistema nervoso, permitindo mudanças mais profundas do que apenas conversar sobre o ocorrido.
Sim. Qualquer experiência que continue gerando sofrimento hoje merece atenção, independentemente de como ela seria classificada por fora.

O passado não precisa continuar comandando o seu presente.

Um espaço seguro para processar o que ficou e construir novas formas de reagir à vida.